Médicos e os Certificados Digitais

O Certificado Digital é um importante aliado de médicos e profissionais de saúde, para agilizar, organizar e facilitar o dia a dia em seu trabalho. Antes dessa inovação todas as ações do profissional precisavam ser documentadas em papéis, assinadas, carimbadas e arquivadas. Mas agora, o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) já pode ser assinado com certificado digital

Para garantir a segurança dos dados, contamos com o Certificado Digital de Pessoa Física (e-CPF) que está presente nos documentos e permite que os médicos e profissionais de saúde assinem digitalmente inúmeros documentos e procedimentos. Podendo ser no sistema de Prontuário Eletrônico (PEP), emissão de atestados médicos, receituário, ou mesmo para envio de declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física.

Além disso, como Pessoas Jurídicas, os profissionais da área de saúde também precisam ter Certificado Digital e-CNPJ, para envio da DMED, tem que emitir Nota Fiscal Eletrônica e precisam acessar ao Conectividade Social para registros, emissão de Guias de FGTS e demais serviços relativos aos funcionários.

Fluxo de prescrição eletrônica

A prescrição eletrônica é a geração, transmissão e preenchimento eletrônico baseado em software médico de uma receita. Praticamente substitui o lugar das prescrições de papel.

Os benefícios da prescrição eletrônica atingem médicos e pacientes. Isto porque, esta inovação permite que os profissionais de saúde enviem e compartilhem dados para qualquer dispositivo, diminuindo longos arquivos físicos, além dos erros de prescrição e receita médica, o que resulta menos feedbacks negativos.

Tanto o envio quanto o recebimento agilizara as ações e otimizaram o fluxo de trabalho dos médicos.

Veja como é feita a prescrição eletrônica:

1. Identificação do paciente: É gerada uma lista completa de medicamentos ativos, possivelmente incorporando dados eletrônicos recebidos de um profissional.

2. Acesso aos dados históricos do paciente: É fundamental manter um cadastro completo dos pacientes, além de garantir que seu histórico seja sempre atualizado.

3. Preenchimento ou atualização de novos medicamentos: Aqui deverá ser selecionada a farmácia onde a prescrição poderá ser preenchida.

4. Prescrições para impressão: Impressões são outras ferramentas sempre úteis e que podem estar à mão do profissional. Como é feita a prescrição eletrônica em uma clínica, não necessariamente esta opção pode ser utilizada, mas sempre estará disponível, caso deseje.

5. Realização de todas as verificações de segurança: Usando um sistema integrado de suporte a decisões, as verificações de segurança incluem: avisos automáticos que oferecem informações sobre o medicamento a ser prescrito, possível dose ou via inadequada de administração, interações medicamentosas, preocupações com alergia ou avisos de precaução.

6. Sinalização da disponibilidade de alternativas: Isso, tanto para custos mais baixos e adequados do ponto de vista terapêutico, se necessitar.

7. Elegibilidade: O fornecimento de informações sobre medicamentos em formulários, com a elegibilidade exigida, do médico para o paciente e os requisitos de autorização recebidos eletronicamente por parte das empresas de seguros ou outras envolvidas.

8. Acessibilidade: Conta com recursos de integração do sistema, por exemplo, conexão com vários bancos de dados, conexão com sistemas de farmácia e de gerenciamento de benefícios de farmácia.